quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Natal

O Natal  tornou-se essencialmente numa época associada cada vez mais a factores comerciais. 
Um completo exagero. Se em Dezembro experimentarmos ir a um centro comercial para o cinema, deparamo-nos com milhares de indivíduos nas compras, com sacos, sacos e sacos. Andam a correr, compram sem pensar e multiplicam-se com uma facilidade extraordinária. 
E ao longo que este mês de vai desenvolvendo, quanto mais perto do momento, pior fica. 
A verdade, é que a população se queixa de que não há dinheiro para pagar todos os bens essenciais à vida, mas quando se aproxima a época natalícia já não problemas financeiros. Compram-se prendas para todas as pessoas que se conhece deixando as importantes de parte. 
Compram-se prendas para o patrão, o filho do patrão, a mulher do patrão, o colega de trabalho que em breve vai subir de posto e assim fica-se com o dele (actual).
Compram-se prendas porque fica bem, porque o outro vai dar, porque fica bem visto. 
O Natal perdeu toda a sua parte fulcral à conta desta situação. As tradições vão-se perdendo e vão sendo substituídas por outras completamente absurdas.

Felizmente na minha família, a tradição está sempre presente. Somos todos convocados para a casa do costume, o jantar é à mesa, com a loiça "boa" que só se usa em ocasiões especiais, como esta. Inicia-se então uma sequência de iguarias: o caldo-verde (a melhor sopa à face da Terra), bacalhau com batata cozida, ovo e couves (daquelas comidas que se come uma garfada e esta-se "cheio" !) e os doces que são tantos que nunca os provei todos, nem sei os nomes todos de cor.
É importante referir que , tendo em conta que somos uma família um pouco tresloucada, as nossas refeições são sempre iniciadas tardiamente, por volta das 10 e meia, 11 horas. 
Portanto, ao contrário da maioria das pessoas, os presentes só  são desvendados por volta da meia-noite e meia. 
Nesta altura, abrem-se os gigantescos sacos que cada "tia", "primo" traz e desenvolve-se uma sucessão de gritos e saltos à procura da pessoa correspondente ao objecto. 
Quem aparecesse ali naquela altura compararia este momento à actividade intensa que é a Bolsa.

Para muita gente o Natal acaba aqui. Para nós não. No dia seguinte (in da house) o Pai Natal deixa as melhores prendas na nossa àrvore e aì vejo a minha irmã numa alegria contagiante a rasgar o papel à velocidade da luz e a dizer: "Mamã, Papá, Mana! Foi mesmo isto o que eu pedi!"... Numa felicidade extrema porque o Pai Natal lhe deixou uma carta (escrita pela minha pessoa com outra caligrafia) , bebeu o leite e as bolachinhas que ela lhe deixou e levou os desenhos feitos especialmente para ele. 
Isto é a actividade matinal. À tarde, vamos ao nosso lanche habitual em Sintra (outra família) e à noite dirigimo-nos a casa de uma das "tias" para o perú recheado. 

Mas não estás cá tu. Não recebi a tua prenda, não recebi o teu abraço. E de ano para ano isso me marca cada vez mais. 
Não está cá o teu sorriso, as tuas frases filosóficas, os teus conselhos, os teus comentários a encorajar. 
Não estás cá tu, e isso basta para o meu Natal não estar completo não ser assim tão feliz.
Porque não são as prendas que interessam, são as pessoas que nos acompanham nesta altura. Porque as coisas estragam-se, partem-se e vão para o lixo, são... coisas. As pessoas não. Também de estragam, mas quando cá estão, estão mesmo.
Porque foi neste dia que abandonaste o teu corpo e agarraste a tua alma. 
Abandonaste-me na terra, mas abraçaste-me no ar. 

Não estás cá tu para me dares um beijinho de boa noite. 


Fazes-me falta. 


Mariana Costa 

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Para lá...

É difícil falar quando ainda estou na penumbra de uma estrada sem fim. Quando o meu saber é ainda um deserto à beira-mar. 
Pensar no que me rodeia, ser capaz de descrever o que me foi oferecido, conseguir calcular este espaço onde me encontro, que não é só este, que se movimenta em direcção ao infinito, que vai para lá daqui, que ultrapassa tudo, o presente passado e futuro, um espaço interior que tenta decifrar a Vida. E tudo fica para lá de mim, tudo me trespaça, me transcende, tudo está para lá do que se sabe, está escrito e contado. Está tudo numa roda gigante, que num movimento circular, vai rodando e rodando até surgir uma onda de memórias, definições e suposições que tento compreender. E vou flutuando nessa onda, nessa espuma que me envolve sugando a minha alma tornando-a crua. E ela vai saindo de mim até um raio de sol a aquecer e ma devolver. 
Hoje as minhas palavras são apenas sussurros. Depois de deambular no escuro, troquei um olhar com o silêncio que me penetrou. Com o este olhar que me encantou derrubei muros interiores, e o dia estreou a luz. Voltei ao princípio. 
O Sol nasceu como origem da Vida, como fonte de Luz, como imagem da ressureição. Imutável, imaterial, espiritual e ritual. Simboliza a consciência, a descoberta de nós próprios como seres únicos e especiais, através dos quais o tempo surge, os relógios tocam, o dia e a noite se reflectem.
E é no silêncio da noite que tudo decorre. Que os sonhos são despertados, que as luzes brilham, que a música tem mais significado. E nesta efemeridade, a Lua floresce frágil, pura, como uma ilusão. É ela que dá luz à imensidão do escuro, que dá destino ao Homem depois da morte. É ela que nos guia no meio da rua quando tudo é preto e branco, e estamos perdidos. É a alma da noite. 

A Lua foi-se, o Sol veio e voltei ao sentido retumbante da roda gigante, onde tudo é claro e escuro numa luz de Outono que só nos traz incertezas. 


Mariana Costa

domingo, 25 de novembro de 2007

Saber ?

Os nossos sentidos põe-nos em contacto com o Mundo. Com o que nos rodeia, dando-nos pistas para pensarmos no que acontece, no que pode acontecer e no que não aconteceu.
É esta relação de inter-ajuda entre os nossos sentidos e a nossa inteligência que nos vai posicionar no universo.
E aí somos assombrados por dúvidas, questões, pesadelos, sonhos, realidades e surrealismos.
Conseguiremos nós ultrapassa-los? Conseguiremos nós saber se fugirmos ou ficamos e enfrentamos? Conseguiremos abraçar os nossos valores, distinguirmos o bem e mal e percorrer a luz que nos ilumina?
Sermos capazes de subir a escada de caracol da Vida, sem tropeçar? Não. Isso não. Teremos sempre obstáculos, estaremos sempre de saltos altos e desprotegidos.
Somos humanos, somos sensíveis e rudes, e muitos de nós estão convencidos de que sabem tudo.

Mas no fundo, o que é o saber?
O saber é infinito, não se sabe onde acaba, nem sabemos se acaba. Só há uma realidade. A forma como cada um de nós capta a realidade é diferente. Agarramos a realidade através do que somos, do nosso todo. E o todo não é só o pensamento, o racional, é isso e os afectos.
Temos de desencadear afectos e motivações para pôr a razão a funcionar. Para racicionar. Não  somos máquinas e tudo o que realizamos está envolvido num papel repleto de sentimentos.
Outra noção que devemos ter é que quanto mais aumentamos o saber, descobrimos que há mais por desvendar. É como uma sucessão de caixinhas fechadas à chave e que se entreabrem à medida que vamos avançando no conhecimento.
Basta lermos um poema de Fernando Pessoa para a nossa alma ficar preenchida e avançarmos na escadaria da Vida, basta olharmos um quadro e sentirmos a cor a trespassarmos à medida em que queremos mais e mais, basta estudar uma matéria de que gostamos para querermos virar a página e continuar a ler e a sublinhar, basta ouvirmos uma conversa filosófica para mantermos a nossa mente activa e receptiva, basta querer e acreditar.
Basta construirmos uma esperança e adicionando um tijolo todos os dias a uma fé incondicional a qualquer coisa na qual não depositámos a mínima confiança. 
É apenas necessário projectarmo-nos para o horizonte, projectarmo-nos no ecrã da Vida, no palco do Futuro.
E não deixar que as oportunidades passem por nós como uma rajada de vento sem importância, é absolutamente essencial corrermos atrás delas, tal e qual como uma chita, sem medos e desconfianças, confiando em nós próprios e na Vida. 

Porque quando sorrimos para a Vida, ela sorri para nós.


Mariana Costa

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Arriscar, Viver.

"E se ?"

Uma pergunta constante que devia ser inconstante.
Deviamos aproveitar mais enquanto podemos. Nunca sabemos o que vai acontecerno futuro, tendo em conta a velocidade alucinante a que a vida nos trespassa.
O que é bom em Viver é experimentar. Experimentar aquela roupa de que gostamos, mesmo que não a possamos comprar; comer aquela comida que nos olha como se estivesse mesmo a pedir "Come-me!"; aquela bebida com uma cor estranhíssima; aquele bar novo que abriu; aqueles brincos que a tua melhor amiga odiou, mas que tu adoraste; aquele livro de que ninguém gostou (talvez tu gostes!), aquele perfume que está sózinho e abandonado na prateleira da loja...

Porque não experimentamos? Porque não tentamos? Porque não fazemos?

Imagina o sentimento de pensar que o mundo vai acabar amanhã e saber que podias ter feito muito mais, saber que não disseste àquela pessoa que a amavas, que não chegaste ao pé dos teus amigos que já não vias há uma eternidade e não lhes deste um abraço estrangulador e disseste "Que saudades!!", que não olhaste para trás quando achavas que tinhas de o fazer, saber que podias ter dançado mais 20 minutos e não o fizeste por preguiça, que podias ter cantado aquela música aos ALTOS BERROS no meio da rua, que podias ter "abanado o capacete" em plena av. de roma e sentires-te como uma louca. 
A Loucura pura faz parte do arriscar, de viver ao máximo, sem medos, sem arrependimentos.
A Loucura é essencial e sem ela não conseguimos ser realmente felizes.

Só desta forma é que conseguimos captar a efemeridade da vida, o seu ponto fulcral, sem deixar que nos escape nem um segundo.

Arrisca, vive ao som do vento, sorri e solta uma gargalhada.


Mariana Costa

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Simplicidade

Todos procuramos uma vida ornamentada, cheia de cor e decorada com todas as coisas. 
Mas pensei: porque não damos nós tanta importância à simplicidade?
Talvez porque vivemos numa sociedade materialista. Talvez porque tenhamos a ideia de que a ostentação nos faz felizes. Talvez porque estamos tão absorvidos com tudo o que nos rodeia, que nem paramos para pensar. Eu parei. Parei e cheguei à conclusão que esse luxo, essa vida material que levamos não nos serve para nada. 

Devíamos conseguir contentar-nos com um pequeno passeio, uma pequena paisagem, uma pequena música, um pequeno livro, uma pequena noite, uma pequena tarde, um simples pôr-do-sol, uma simples chuva, uma simples vida. Uma vida não tão simples assim, porque no fundo ela parte de nós, do nosso interior, sendo o que cada um faz dela. 

Não interessa o que temos. Interessa o que somos. E acima de tudo, interessa conseguirmos alcançar o que é raro e mais importante: a felicidade pura. 


" Le bonheur, souvent, se construit au détriment de quelqu'un, et ce n'est plus le bonheur. Le vrai bonheur est de mettre son bonheur dans le bonheur d'un autre. "
Jacques de Bourbon Busset



Mariana Costa

domingo, 4 de novembro de 2007

Medo


Fui ver um filme fantástico na semana passada: "The Brave One".
A verdade é que me fez pensar. 
Deve ser horrivel vivermos aterrorizados. Termos medo de pormos um pé fora de nossa casa, de darmos um passeio pela rua, de irmos passear o cão, de atravessarmos a rua. De viver. Vivermos numa cidade onde nascemos, crescemos e que conhecemos como a palma das nossas mãos e ter medo dela. Sentirmos que nos desvanecemos com cada sombra dela, com cada som, com cada cheiro. É como se a nossa alma fosse perfurada e nos tornassemos numa pessoa completamente diferente. Uma pessoa amarga, insegura mas forte, capaz de ultrapassar qualquer obstáculo, de modo a sobreviver.
Este filme mostra-nos isso, mas essencialmente deixa-nos ver o medo que temos de ter de outras pessoas. Que existem pessoas no mundo capazes das maiores atrocidades possíveis e temos de nos proteger de qualquer modo. 
É petrificante o facto de termos medo de humanos, de seres como nós, iguais a nós. 
E temos mesmo de ter medo e sentirmos que podemos morrer a qualquer momento, porque é a realidade, nua e crua.

Mariana Costa

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Answer

As músicas que dão agora no blog, são nossas, dos siameses. 

Descobri a 1ª e amei. É a nossa cara. E a letra diz assim:

I will be the answer
At the end of the line
I will there for you
While you take the time
In the burning of uncertainty
I will be your solid ground
I will hold the balance
If you get knocked down

If it takes my whole life
I won't break, I won't bend
It will all be worth it
Worth it in the end
'Cause I can only tell you what I know
That I need you in my life
And when the stars have all gone out
You'll still be burning so bright

Cast me gently
Into morning
For the night has been unkind
Take me to a
A place so holy
That I can wash this from my mind
The memory of choosing not to fight

If it takes my whole life
I won't break, I won't bend
It will all be worth it
Worth it in the end
'Cause I can only tell you what I know
That I need you in my life
And when the stars have all burned out
You'll still be burning so bright

Cast me gently
Into morning

Isto diz tudo. 
Somos a resposta, a luz, o apoio uns dos outros, e vamos estar sempre aqui a vida inteira.

So tenho uma coisa a dizer, amo-vos.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Passo a passo

Colocando o pé na areia molhada, senti cada fragmento das rochas e senti que me estava a afundar. A àgua passou por cima dos meus pés. Dei 2 passos e avancei em direcção ao mar. 
Estou mais próxima e já sinto pequenos salpicos a tocarem na minha pele. Continuo a avançar. Já tenho àgua pelo joelho, e ela vai subindo e subindo até que paro. Olho para o céu. Está azul. Um raio de sol acariciou a minha cara e obrigou-me a fechar os olhos. Abri os braços e o vento arrastou-me a  alma. Senti a paz, a serenidade.
E finalmente, caí. Caí dentro de àgua, as ondas trespassavam-me, e de repente levantei-me e corri em direcção ao infinito, onde mergulhei. Vim à superfície, fitei o horizonte e sorri.
O mar brilhava, o sol queimava, o vento assobiava.
Uma gota caiu na minha mão e voltei para trás, segura dos meus passos, atravessando o mundo.


Mariana Costa

sábado, 20 de outubro de 2007

Trust


Sem confiança não se consegue nada na vida. 
A confiança é a base de uma relação, de um sorriso, de uma lágrima, de um abraço. 
Se não confiarmos nas pessoas que amamos na nossa vida existerá sempre uma dúvida, um ponto de interrogação. E viver a duvidarmos, a questionarmos os outros é terrível. Viver com medo do que os outros vão pensar, com receio de que as afirmações dos outros são mentiras.
Quando se confia, não se questiona, não se dúvida, não se tem medo. Acredita-se.
Mas, para ter confiança em alguém é necessário muitas provas, pequenas ou grandes. Até pode ser a mais insignificante do mundo.
Ter confiança é dizermos as coisas mais parvas sem medo, é cairmos e sabermos que a pessoa está connosco e nos vai apoiar e ajudar, é sentirmo-nos seguros. 

Confiar é vida, portanto se não confiarmos quem confiará por nos?

Mariana Costa

sábado, 13 de outubro de 2007

Parabéns.

Ontem foi uma noite excelente, com danças à mistura, bebidas, quase porrada... :P
Mas o que foi mesmo importante foi a companhia e as pessoas maravilhosas que fizeram parte dela. 
Parabéns melhor amiga. Foi uma noite contigo e para ti. Porque era a tua noite e nada estragou isso apesar das pequenas atribulações porque passamos. 

Para a proxima ficamos mesmo muito mais tempo. Planeamos isso muito bem, de modo a não termos de amuar. 

amo-te, para sempre.


quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Albufeira 2007


















Podia ficar aqui a contar todos os pormenores do que se passou nestes 3 dias no Algarve, mas não vou.
Podia descrever as nossas gargalhadas, ataques de riso e pequenos sorrisos, mas não vou .
Podia descrever as situações cómicas (mas mesmo muito cómicas) em que nos desmanchámos a rir no meio de uma piscina de 3 metros de profundidade, mas não vou.
Podia contar a nossa ida à praia às 7.30 da manhã, os nossos banhos em ondas mínimas e os berros histéricos como se fossem ondas gigantes, mas também não vou.
Podia tudo, mas não posso nada.
Foi um fim de semana tão especial, que fortaleceu uma amizade já forte, que ficou extra-forte e extra-sólida. Nada nos pode deitar ao chão, podemos cair, mas vamos estar lá mutuamente para nos agarrarmos.
Temos mentes suburbanas, mas vale apena sermos assim, diferentes, indescritíveis e únicas. 
Amo-te Cris, para sempre.
P.S - Agora deixo aqui uma pequena expressão, que só tu vais perceber:
 ' Rafaela Filipa ' .  ahahahaha :D
 

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Quinta-feira.

Quinta-feira nunca mais chega. Só espero que estes próximos 2 dias passem depressa. 


Mariana Costa

terça-feira, 25 de setembro de 2007

O tempo

Mais um tempo voou. Mais um tempo que como outro qualquer parece tão transparente à primeira vista. Mas não é. 

É denso, e dentro dele encontra-se tudo o que nos pertence e toda a nossa vida. 

A verdade é que o tempo voa e nós nem damos conta da velocidade a que ele passa. Atravessa a nossa mente, o nosso corpo, tão velozmente que as mudanças ocorrem e nem ouvimos a nossa própria voz... a nossa consciência...

A vida trespassa-nos sem nos apercebermos.

Mariana Costa

domingo, 23 de setembro de 2007

Hibernar

Hibernar tem sido o tema das minha conversas nos últimos dias. Fazer as malas e ir-me embora. Voltar no Natal e ir-me embora outra vez. E voltar em Junho, só no fim. E por fim... em Setembro go away again.

Ou então tenho outra hipótese. A vontade de adormecer e acordar ao fim do dia. Viver a vida à noite, aproveitar os momentos à noite. Livre, sem ninguém a dizer-me o que fazer. Viver ao fim de semana... e mergulhar nos sonhos ao Domingo à noite, com o desejo de acordar e poder apreciar tudo o que durante os dias de trabalho não podemos. 

Este era o nosso sonho. É o sonho que preenche as nossas conversas. As nossas conversas são assim... e apesar de simples, são as melhores. 

Mariana Costa

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

The last one


O último pôr do sol em férias, 16 de September 2007, Lisbon.

sábado, 15 de setembro de 2007

Details

Porque o que interessa são os pequenos gestos.

Como os gesto de dizer que se adora alguém. Como o gesto de se ver o pôr do sol, e querer que ele nunca se ponha. Como o gesto de se sujar as mãos e sentirmo-nos livres. De mergulhar no mar. De cheirar uma flor. De atravessar a rua e ter medo de nunca mais voltar. 
Os pequenos detalhes que formam a vida e nos fazem sentir impotentes, o por outro lado, maravilhosos. 
Isso é que conta. 

Mariana Costa

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Sem ilusões.

Vivendo neste mundo egoísta e egocêntrista, olho à minha volta e penso: Seremos todos assim? 

Cada um de nós tem um pouco de egoísmo no seu interior. No entanto, tendo em conta a sociedade manipuladora e obsessiva a que pertencemos ,num sentido figurativo, acho que tudo isto é um excesso. 
Temos de ser todos pessoas isequeráveis e sem escrupulos? Que passamos por cima de tudo e de todos sem olhar para trás? Faz-me aflição ver o mundo a transformar-se num monstro que nos consome cada vez mais. Somos levados a fazer o que não queremos, sem pensar, sem reflectir. Não há princípios. Não há valores. A sociedade é composta por seres humanos sem vida própria, que se deixam enganar. 
Quando há alguém diferente, com cabeça, com alma, com personalidade, esse alguém é olhado de lado, posto de parte. Se esse alguém existir não se vai deixar distorcer pelas tentativas frustradas do mundo, e vai-se manter firme, sem cair na tentação. Sim, porque as propostas são aliciantes. 
Porém, quando se é mesmo diferente, não se é levado por esses falsos alicerces que nos suportam. 
Consegue-se superar. E é preferível sermos levados pelo vento, pela nossa imaginação, pelos nossos sonhos e levantarmos os pés do chão, a sermos transportados para uma "Vida" sem pudor, que nos destrói e nos trai. 

Mariana Costa

domingo, 9 de setembro de 2007

Em Lisboa, por fim...

Finalmente em Lisboa. Mais um ano, mais loucuras e principalmente... mais saudades. 


Mariana Costa

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Zambujeira do Mar 2007



De doidos!

Claro que nada é maravilhoso quando não temos intimidade com quem estamos. Mas foi giro. Diverti-me, e isso é o essencial. Saí da pasmaceira de cascais (para onde volto hoje, infelizmente).
O final do Verão está perto e o medo do tempo e da distância aproxima-se. 
Por um lado quero que isto acabe, por outro não. No fundo sei o que me espera e tenho medo.
Mariana Costa

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Here for one day

Estou em Lisboa por um dia, e amanhã vou para a Zambujeira del Mar por 4 dias. Depois volto para Cascais. 

Bom, pormenores conto depois na 2ª/3ª-feira. 

Isto foi só para dar sinais de vida. 

Yes, I'm alive!

:P

Mariana Costa

sábado, 28 de julho de 2007

See you in September !


Hoje vou para Cascais, onde passo férias with family...

Não estou com grande entusiasmo. Talvez por passar férias no mesmo sítio desde que nasci. Estou literalmente farta. Quero conhecer sítios novos, pessoas diferentes. Não quero estar sempre atada à mesma coisa.
Bom, mas sempre é melhor do que ficar em Lisboa.
Vou escrever os meus textos quando estiver inspirada e quando voltar ponho-os aqui, com a respectiva data e fotografias.
Vou morrer de saudades dos meus amigos. 

Até Setembro...

Mariana Costa


P.s ontem tive uma excelente noite com a Teresinha. Óptima mesmo. Espero que venham mais.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Observação


Ontem e ante-ontem, fiz um passeio que é sempre agradável: a descida da Av. EUA. 

Talvez a maioria das pessoas ache que sou doida, tendo em conta que é uma das avenidas mais movimentadas de Lisboa, cheia de poluição, carros, barulho, prédios, tudo o que é desagradável num passeio. 
Mas para mim, é óptimo. Parece que ponho as ideias em ordem... Além disso, sei que quando chegar ao fim, der a curva e andar mais um bocadinho vou passar dos melhores momentos de sempre (por exemplo: tápárware, sims, ármário, ranger, bonequinhos... :D.. e muitos, muitos mais! ) 
Mas voltando ao passeio. Normalmente levo o meu mp3 e vou absorvida nas minhas músicas. Mas por acaso fiquei sem bateria, o que me levou a observar a rua com mais atenção! 
Para além de serem horas diferentes (na 4ª eram quase 15 horas e na 5ª era meio dia), influênciando a luz, o barulho, todas as características de uma grande avenida. Não tem muita gente, por isso nunca pensaria em descê-la sózinha à noite, só em caso de uma situação extrema.  
Bom, habitualmente as pessoas que por ali andam estão apressadas, stressadas e vão contra tudo e contra todos. Estou desenquadrada. Vou em paz, com calma, serenamente... 
Reparei também, nos automóveis. Parece que vão à velocidade da luz, com toda a pressa e quando algum pára, pronto, pára tudo e inicia-se uma série de buzinanços, que se torna numa barulheira sucessiva e ensurdecedora. Ao menos em árvores, algo que não acontece na maioria da nossa cidade. 
É uma avenida bonita à sua maneira. 
Hoje volto a descê-la, mas com a minha música! Se observar mais algum pormenor depois exponho-o!
Mariana Costa 

terça-feira, 24 de julho de 2007

Preguicite aguda !


Ontem não fiz nada do que estava planeado. A Cris telefonou-me e fui ter a casa dela, onde estivemos no pc, no café e a jogar sims na playstation. Como a avó dela diz eu sou quase da família, tendo em conta que entro la em casa pela chaminé! Então, fiquei para jantar e assim passei o resto do dia.
Hoje pensei que talvez conseguisse cumprir com o meu passeio fotográfico, mas não. Um dos meus defeitos é a preguiça! Tenho muita, muita e por isso acabo por não realizar o que vai na minha cabeça. Portanto hoje, foi mais um dia de férias lindo, cheio de sol, passado em casa...
Um desperdício, eu sei.
Sem mais novidades a contar... apenas digo que tenho a plena noção de que com a preguiça não vamos longe. :P

Mariana Costa

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Nothing to do...

Aqui estou eu, sem nada pra fazer. Bolas! Odeio quando isto acontece.
Aiii... que nervos.

Estou a ouvir musica.. falando no msn. Mas daqui a pouco vou ser expulsa do pc. Bom, aproveito o tempo que me resta.
Está um tempo péssimo. Quer dizer, está abafado, as nuvens estão a ir embora. Podia ter aproveitado a boleia para cascais e ter ido à praia, mas foi um programa que nao me aliciou. Realmente ir para a praia sózinha...hum. Não hoje não, apesar de nao ser nada que não tenha feito!
Tenho de mandar uma sms à Teresinha para combinarmos alguma coisa, mas não tenho dinheiro no telemovel. Parando de referir os meus problemas, vou mudar de assunto!

Continuo a ler "O mundo de Sofia". Vou lendo aos poucos. Devagarinho. É um livro a ler com calma. Ainda estou nos gregos.Fizeram muita coisa. Mesmo muita... sem eles hoje eramos uma civilização completamente atrasada.

Já não chove !
Sol. Não me apetece ficar em casa. Acho que vou pegar na máquina fotográfica e vou andar por aí. Sempre me entretenho. Só tenho de pedir 1,40. Sou capaz de ir até à baixa. Castelo. Miradouro da Graça, Sítio lindo.

Agora que já tenho planos... já me sinto melhor. :D

Mariana Costa

Paciência

" Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,

A vida não pára...

E quando o tempo acelera e pede pressa
Eu recuso, faço hora e vou na valsa,

A vida é tão rara...

Enquanto todo mundo espera a cura do mal,
E a loucura finge que isso é normal,
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando cada vez nais veloz,
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...

Será que é tempo que lhe falta pra perceber,
Será que temos esse tempo pra perder,
E quem quer saber?!

A vida é tão rara... tão rara...

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma,

A vida não pára...
A vida não pára nao...

Será que é tempo que lhe falta pra perceber,
Será que temos esse tempo pra perder,
E quem quer saber?!

A vida é tão rara... tão rara...

A vida é tão rara."

Mafalda Veiga

domingo, 22 de julho de 2007

Party!

Sexta-feira, 20 de Julho 2007. Festa de anos do Tito, 16. Foi em Santos. E não vou contar todos os grandes pequenos pormenores porque só estando la e com aquela companhia é que se tem a percepção exacta dos acontecimentos. 


Big night! 

P.S Achei que devia deixar aqui uma nota de parabéns atrasados: Happy Birthday, dear! 
Love you .


Mariana Costa

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Sabiam ?



Sabem uma coisa ?


Adoro a minha vida !  :D


Mariana Costa 

domingo, 15 de julho de 2007

What can I say ?

Música!


Amo. Sem ela não consigo viver.
Não percebo como é que há pessoas que não gostam. Faz-me uma aflição! 
Pronto e depois há os outros que não gostam de vários géneros sem nunca os terem ouvido. Não entendo mesmo!
A música é daquelas coisas essenciais à vida, independentemente do tipo que seja: clássica, pop, reggae, rap, jazz, funk, house, kuduro... o que seja. Desde que exista! É como o mar. É viciante. Para mim é um vicio que e apodera de mim e que eu não consigo controlar. Adoro estar sempre em contacto com o som. Não que o silêncio me faça impressão, por que não faz! Transmite-me calma e paz. Mas a música também. Serenidade. 
A maioria dos meus amigos dizem que não querem ter uma casa só deles, irem viver sózinhos porque lhes faz impressão. A mim não. Adorava ter uma casa minha. Com as minhas coisas, à minha maneira, onde posso fazer o que quero sem ninguém a controlar (mas com a mínima consciência). Onde pudesse pôr música aos altos berros sem me estarem a dizer: "Põe isso mais baixo!". Um sítio só meu em que pudesse mergulhar nas minhas deambulações e nos meus desvarios. Isso seria uma maravilha. 
É claro que a minha casa estaria sempre aberta aos outros. Sempre cheia de gente. Isso é óbvio. Sou uma pessoa reservada, mas aberta a quem quero. Pronta para o mundo. E a minha casa reflectiria isso.
Voltando à música... Faz parte da minha vida desde sempre. Talvez por ter começado a ter contacto com ela pelo piano. Fui educada para isso. Dizem-me que tenho um dom nato para o piano. Não sei se é verdade, no fundo acho que nunca vou saber. Mas através disso consegui descobrir outros mundos de magia que me fascinaram, levando-me para lá do real e observavel. 
Dreams & Music. Prazeres que só alguns conseguem alcançar.

Mariana Costa


P.S - Continuo a ler "O mundo de Sofia" e está a ser particularmente interessante. 

sábado, 14 de julho de 2007

Stay


Será que algum dia me vou conseguir desfazer destes pensamentos? 
Duvido. Vais estar sempre na minha cabeça, quer eu queira, quer não. Vais estar sempre aqui a sufocar-me e a deixar-me diferente. Às vezes sinto uns arrepios. Parece que estás aqui ao meu lado. Parece que oiço a tua voz e que me fazes uma festinha no cabelo e de repente agarras a minha mão como senão a quisesses largar, como se alguma força te estivesse a puxar e a dizer para me largares, mas tu não largas. Sinto que estas sempre aqui, junto a mim e que continuas a ser a mesma, com aquelas mãos macias, macias e com aquele cheiro tão teu, tão único, tão indescritível que me preenche a alma, com aquele olhar que observa tudo e que não deixa escapar nada, sendo matador e ternurento. 
Em todos os momentos estás aqui numa forma especial que só eu consigo alcançar. Parece que falas comigo e me dizes o que fazer. Deves saber o que faço agora e não deves concordas, porém não me mandas nenhum sinal a dizer o contrário. O que significa isto? Vais tolerar? Conhecendo-te como conheço, diria que não. Talvez aches que já está na altura de tomar as minha decisões e acarretar com as consequências. Acredito que seja isso. Sinto que  vais estar aqui para me apoiar quando cair, para me suportares quando me desvanecer e é isso que me dá força para continuar: saber que no matter what não me deixas. 
Como um dia me disseram: estás la em cima a olhar por mim. És o meu anjo da guarda. 
És tudo para mim.
Vais estar sempre na minha cabeça, no meu coração, na minha alma. Em mim.
Mariana Costa 

Algarve 2007

Dia 1 


Bom... após uma noite bem dormida fomos à la piscine. Não começamos com a praia, apesar a mim me apetecer ir para a areia e para o mar. Sentir aquela brisa óptima e aquele cheiro divino que nos faz esquecer os nossos problemas e mergulhar nos nossos sonhos.
Pensei na minha família. Quando se está com pessoas que não vemos à muito tempo (como é o caso) e que a conhecem, há pensamentos que vêm à superfície.
Não sou propriamente a pessoa mais adepta da minha família. Claro que me estou a referir aos mais novos, ou seja aos da minha idade, que pensam que são gente e que são os maiores, acabando por me inferiorizar e ignorar. Mas eu mudei. Mudei mesmo muito e hoje sinto que nunca vou ter muitas afinidades com eles. Nunca deixaram que mostrasse o meu verdadeiro "eu". Pensam que sou uma excluída da sociedade e que não faço nada do que eles fazem. Não é bem assim. Por exemplo: um dia, um dos meus primos viu-me no ABS e ficou chocadíssimo. Imagino se me tivesse visto a fumar. God ! O rapaz tinha tido um ataque cardíaco e no dia seguinte já toda a gente saberia. 

Só queria uma pequena oportunidade para me tornar visível, porque aos olhos deles devo ser transparentes. Totalmente. 
Mudando para os adultos, contra os quais não tenho nada contra. Mas, desde que te foste embora tudo mudou. O clima ficou diferente, pesado, como se não existisse saída. 

So... in my opinion this family will never be the same. 

Domingo, 8 de Julho 2007 

Dia 2 

Não dormi nada nesse dia. Acordei às 5 da manhã. Estava um calor absurdo e no entanto, uma ventania louca.
Fui para o terraço e estive a ver o nascer do sol. Sunrise... beautiful. 
Sentei-me numa cadeira, peguei na minha máquina e toca a tirar fotografias.
O nascer do sol é maravilhoso. Nem tenho palavras para o descrever. O melhor é cada um ver e depois, no mais intímo de si mesmo procurar o que sente. Para mim é uma sensação que me invade completamente, sem deixar nenhum espaço.
Dia de praia. 
Bandeira Verde
Vento Quente
Calor abrasador
Jantar agradável.

Segunda-feira, 9 de Julho 2007

Dia 3

Piscina com inglesas a cantar o "Big girls don't cry" da Fergie desafinadamente. Uma completa frustração.
Cantigas à parte... o dia correu bem.
Jantar em casa
Filme: "Holliday" com Jude Law.. ai aquele homem é (suspiro) lindo de morrer! 
Conclusão - Nunca desistir, há sempre alguém no mundo que nos faz renascer. 

Terça-feira, 10 de Julho de 2007

Dia 4

Manhã - praia
Tarde - piscina
Jantar fora - bom
começar a fazer as malas
ver - Vingança

Quarta-feira, 11 de Julho de 2007

Dia 5 - último dia

Piscina
Limpezas
e ... às 18. 30 saímos do  Algarve
Temperatura - 40ºc (coisa pouca)

Chegamos a Lisboa à 23 e tal.

Quinta-feira, 12 de Julho de 2007

O melhor desta viagem - as conversas sobre música de velhos, a praia, o sol e o descanso. 


Mariana Costa



sexta-feira, 13 de julho de 2007

Back

Estes dias estive no algarve. Correu tudo bem. Practicamente às mil maravilhas. Depois conto tudo mais pormenorizadamente.


Vim só dar sinais de vida e vou ser expulsa do computador.
Ai... tenho muitos devaneios presos na minha cabeça. Vão-se soltar mais cedo ou mais tarde. 

Mariana Costa

sábado, 7 de julho de 2007

Surprise...


Se pensas que já fizeste tudo o que podias fazer, enganas-te há sempre mais alguma coisa. 
O mundo humano é sempre uma surpresa.


Mariana Costa

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Everything is normal


Dia normal. 

Passado em casa. Com a minha irmã. 

Comecei a ler um livro novo ontem: "O mundo de Sofia". Ja tinha ouvido falar dele, mas nunca tinha tido curiosidade de o ler. Então, quando cheguei a casa depois de um jantar em casa da cris não tinha sono nenhum (apesar de ter passado o dia todo cheio de sono) e peguei no livro e la fui eu à descoberta do mundo de Sofia. 
Um mundo repleto de filosofia. Um tema que sempre me aliciou, mas que neste ano lectivo foi muito mal ensinado. Ja li 1 capítulo e ja estou a gostar. Esta repleto de dúvidas, questões e problemas da nossa vida. Pelo menos da minha são. 
Quem sou eu? De onde venho? O que faço nesta vida? O que é a morte? e muitas mais. Até agora acho que foram só estas as apresentadas nesta obra. 
Não sei se devia ler este livro. Tenho dúvidas. No entanto, penso que todos os livros devem ser lidos. Para além de nos ensinarem e de nos formarem como pessoas, fazem parte da nossa cultura. Acho vergonhoso como é que há portugueses que não sabem quem escreveu "Os Maias" , por exemplo! E este é só um mero ponto na nossa sociedade inculta e analfabeta. Não percebo como é que ha pessoas que não gostam de ler. O gosto pela leitura deve ser cultivado em cada em de nós desde pequeninos o que não acontece na maioria da população. É por estas e outras razões que o nosso país está como está. Estagnado.
Para além disso, ainda existem aquelas pessoas que não sabem ler. Não me estou a referir a ler como analfabetos, mas sim ler como interpretar a obra e a leitura, entrar noutro mundo, conseguir transpor cada parte de nós para a personagem, narrador ou para a própria história.
A leitura leva-nos a outros mundos, abre-nos a mente, o espírito, a alma. É maravilhoso. 
Oh the books. A wonderful of life.

Mariana Costa

quinta-feira, 5 de julho de 2007

De volta !

                                                  2 da manhã - 30 de junho - da varanda 


Estou de volta após uns 4 dias sem computador. Algo que não me faz impressão nenhuma, mas pronto.

Estes 4 dias em Cascais foram do melhor. Amei mesmo. 
Grandes loucuras, grandes risos, grandes gritos, grandes correrias, grandes cozinhados, grande companhia, ENORMES MOMENTOS.
Se os quisesse descrever a todos ficava aqui uma eternidade. Além de que uma coisa é descreve-los, outra coisa completamente diferente é vivê-los. É impossível descrever a sensação de estar sentada no jardim no meio da terra completamente encharcada, a tomar banho de mangueira, a morrer congelada e a rir as gargalhadas com a nossa melhor amiga. The best.

Well, para o ano há mais. Quer dizer... no Natal há mais. 
Merry, Cris e Tito.
Mulher, Amante e Marido.
For the eternity.

Mariana Costa

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Estou aqui à espera que a minha tia me venha buscar. Não posso dormir em casa porque senão primos franceses que chegaram ontem não têm sítio para dormir.

Oops... e assim eu que me arrange! O que vale é que em casa da minha tia posso ficar sempre que quiser. É a minha segunda casa.
E ela nunca mais chega! Ainda por cima amanhã tenho de me levantar cedo para ir ter com a Cris (m.a) à estação dos comboios Roma-Areeiro às 9 da matina. Depois seguimos para o Cais do Sodré, onde apanhamos o comboio para Cascais. Vamos la ficar até quarta feira em princípio.

Vou acabar de fazer a mala!

See you

Mariana Costa

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Cascais!









At least.


Oh yeah !



Mariana Costa

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Saudades


Hoje lembrei-me daqueles momentos em que me abraçavas e dizias que eu era o mais importante da tua vida. Dizias que me amavas e que eu era a razão do teu mundo.

Aí, a minha capa caía e a pessoa forte e insensível desaparecia, transparecendo a criança desprotegida e comovida. É difícil alguém pôr-me nessa situação. Só tu conseguias e obrigada por o teres feito. Cresci com isso e aprendi a controlar as minha metamorfoses. 
Sinto a tua falta. Mais do que alguma vez sentirei de outra pessoa. Independentemente da tua difícil personalidade falavamos de tudo sem pudor nem medo. Nunca me julgaste por aquilo que fazia ou que dizia, apenas ficavas magoada comigo. Naquela altura fui demasiado orgulhosa para te pedir desculpas, mas agora penso no que podia ter feito e no que te fiz sofrer.
Por todo o tempo em que pensei que as conversas eram uma estupidez e que não iam servir de nada na minha vida, desculpa-me.
Não sou nada sem ti.
A única coisa que quero neste momento é que me abraçes e digas que vai ficar tudo bem.


Mariana Costa

terça-feira, 26 de junho de 2007

Férias 2007


Mais um ano passou e voltamos às férias grandes. Felizmente.

Foi um bom ano. Um grande ano. 
Conheci novas pessoas, desmitifiquei a opinião que tinha de outras, zanguei-me com umas e fiz as pazes com o mundo.
Pensei que a passagem do ano passado para este ano (9º/10º) fosse mais difícil. Pensei que pela separação de turmas as coisas mudassem, mas isso não aconteceu. É claro que certos aspectos ficaram diferentes. A nossa vida nunca é um dado adquirido. 
Ao princípio parecia que tinhamos caído naquela turma de paraquedas, mas depois fomos ficando mais 'coesos' (expressão extremamente utilizada nas nossas aulas), não diria unidos. Fomos-nos conhecendo uns aos outros e apartir daí tornou-se tudo mais simples.
O 10º E foi uma grande turma. Que agora ficou mais pequena, devido à saída de algumas pessoas nas quais estou incluida. Espero que corra tudo bem para quem lá fica, no 11º E.

Bom, agora falando no Verão.
Um tempo de loucuras, de mudança e de experiências diferentes.
Acho que vai ser grande. Pelo menos espero aproveitá-lo ao máximo. 
Passar o maior tempo possível fora de casa porque isso já nós temos de fazer durante o inverno e durante as aulas, passá-lo com os meus amigos a fazer os maiores disparates do mundo, mas nunca esquecendo que são eles que nos enriquecem como pessoas.
Antes do fim das aulas já se podia considerar Verão. Mas, para quem ainda tenha de marcar presença na escola mesmo que se faça nicles batatoides, o Verão só chegou agora... Apartir de dia 22 de Junho.


Só agora podemos dizer: ' Is Summertime, baby ! '


Mariana Costa

domingo, 24 de junho de 2007

Novo.


Fiquei farta do meu outro blog. Queria uma coisa mais literária, mais séria, não tão... simples e vazia! Mas claro.. vou pôr um link para poderem ler os meus outros textos. Que até são alguma coisa de jeito.
Além disso, o que vai acontecer na minha vida exigia uma mudança.
Ainda não tenho textos para pôr aqui... mas como agora estou de férias e o tempo livre aumenta. a mente também tem espaço para outros pensamentos. Outras... deambulações!




Espero que gostem.


Mariana Costa