Há filmes assim, que nos tocam onde nenhum outro filme o conseguiu. Que nos atingem o âmago e nos desfazem. Que significam muito mais do que aquilo que se vê no grande ecrã.
Clint Eastwood é exímio nisso. Em fazer com que todos os sentimentos escondidos ou que até então não sabiamos existir, ganhem cor e razão de ser. E quando ele canta, com aquela voz que entra na alma, a música que escreveu e compôs com Jamie Cullum, transforma o final deste filme numa das cenas mais bonitas e arrebatadoras que já vi.
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