Milk é sem dúvidas algumas um grande filme e um enorme candidato aos Oscares este ano.
Sean Penn afirma aqui que é um excelente actor, algo que eu já tinha percebido há muito tempo (especialmente depois de Mystic River). Mostra aqui que é capaz de interpretar qualquer papel, inclusive o de um homem homossexual. Bastou ele dizer a primeira fala para eu ficar colada ao ecrã.
Talvez por ser uma história verídica, talvez pelo preconceito ser uma coisa que não entra na minha cabeça, talvez por ser um assunto ainda tabu na nossa sociedade, só sei que fiquei a pensar nele durante vários dias.
Vicky Cristina Barcelona, mais leve, cómico mas também com uma grande mensagem, não fosse realizado por Woody Allen.
Rebecca Hall surpreendeu-me pela positiva, Scarlett Johanson não chamou muito a minha atenção, já Penelope Cruz, o pouco que entra em cena, cativa a plateia instantaneamente. Javier Bardem, completamente diferente de Este País não é para Velhos, tem agora um olhar quente e apaixonado, e interpreta um boémio que adopta a filosofia do Carpe Diem.
Rebecca Hall surpreendeu-me pela positiva, Scarlett Johanson não chamou muito a minha atenção, já Penelope Cruz, o pouco que entra em cena, cativa a plateia instantaneamente. Javier Bardem, completamente diferente de Este País não é para Velhos, tem agora um olhar quente e apaixonado, e interpreta um boémio que adopta a filosofia do Carpe Diem.
No fundo, é um filme sobre o inesperável da vida, como nem sempre o que planeamos é o que acontece e como nem sempre o que queremos é realmente o que desejamos.


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